Arquivo de medida protetiva - Monte Santo em Pautac https://montesantoempauta.com/tag/medida-protetiva/ Seu Portal de Notícias Sat, 14 Mar 2026 14:16:11 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://montesantoempauta.com/wp-content/uploads/2026/02/cropped-Monte-Santo-em-PAuta-1-32x32.png Arquivo de medida protetiva - Monte Santo em Pautac https://montesantoempauta.com/tag/medida-protetiva/ 32 32 Feminicídio em Camaquã: Mulher é brutalmente assassinada por ex-companheiro, mesmo com medida protetiva https://montesantoempauta.com/feminicidio-camaqua-medida-protetiva-falha/ https://montesantoempauta.com/feminicidio-camaqua-medida-protetiva-falha/#respond Sat, 14 Mar 2026 14:16:10 +0000 https://montesantoempauta.com/feminicidio-camaqua-medida-protetiva-falha/ Camaquã, na Região Sul do Rio Grande do Sul, foi palco de mais um trágico feminicídio na noite da última sexta-feira (13). Angélica Ines Strelow, uma mulher de 28 anos, … Read More

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Camaquã, na Região Sul do Rio Grande do Sul, foi palco de mais um trágico feminicídio na noite da última sexta-feira (13). Angélica Ines Strelow, uma mulher de 28 anos, foi brutalmente morta a facadas pelo ex-companheiro, que arrombou o portão e invadiu a residência da vítima. O crime ganha contornos ainda mais alarmantes ao revelar que Angélica possuía uma medida protetiva de urgência contra o agressor desde janeiro deste ano, evidenciando uma falha grave na rede de proteção.

A Polícia Civil informou que Angélica foi encontrada sem vida dentro de sua casa, com sinais de arrombamento tanto no portão quanto em uma porta interna. O ex-companheiro, também de 28 anos, cuja identidade não foi divulgada, apresentou-se a uma delegacia do município logo após o crime e confessou o assassinato, sendo preso em flagrante. O casal, que estava separado há cerca de três anos, tinha dois filhos em comum, que agora se tornam vítimas indiretas de uma violência que atravessa gerações.

A Crônica de Uma Tragédia Anunciada: Feminicídio e a Falha na Proteção

O caso de Angélica em Camaquã não é um episódio isolado, mas sim um reflexo doloroso de uma realidade que assola o Brasil e, em particular, o Rio Grande do Sul. Este foi o 22º feminicídio registrado no estado em 2026 (assumindo que a data seja uma projeção ou um erro de digitação, e tratando-a como estatística alarmante do ano corrente), um número que clama por atenção e ações mais eficazes. O feminicídio, por definição, é o assassinato de uma mulher em razão de sua condição de gênero, muitas vezes praticado por parceiros ou ex-parceiros em um contexto de violência doméstica e familiar. Não se trata apenas de um homicídio, mas de um crime motivado pelo ódio e pelo sentimento de posse.

A existência de uma medida protetiva expedida há meses para Angélica ressalta a complexidade e os desafios enfrentados pelas vítimas de violência de gênero. Essas medidas são instrumentos legais cruciais, destinados a garantir a segurança da mulher, afastando o agressor e proibindo qualquer tipo de contato. No entanto, a tragédia de Camaquã joga luz sobre a fragilidade dessas proteções quando não há fiscalização efetiva ou quando o agressor decide ignorar a lei, transformando o temor da vítima em uma fatalidade. A invasão da residência, mesmo com a medida em vigor, demonstra o desprezo pela vida da mulher e pela autoridade da justiça.

O Impacto da Violência e a Necessidade de Ações Mais Robustas

A cada feminicídio, não é apenas uma vida que se perde, mas famílias inteiras que são dilaceradas. Os dois filhos de Angélica e seu ex-companheiro carregarão para sempre as cicatrizes dessa violência, um lembrete cruel da falha em proteger sua mãe. A repercussão de casos como este na comunidade local de Camaquã e no cenário gaúcho é imediata, gerando indignação e reforçando a urgência de um debate mais aprofundado sobre a violência contra a mulher. É fundamental que, além das medidas protetivas, haja um acompanhamento psicossocial contínuo para as vítimas e uma fiscalização mais rigorosa dos agressores.

A sociedade como um todo precisa se engajar na prevenção e combate a esses crimes. Isso inclui desde a educação para a equidade de gênero, desconstruindo a cultura machista que ainda permeia muitos ambientes, até o fortalecimento das instituições de segurança e justiça. A impunidade, mesmo que não seja o caso do agressor de Camaquã que se entregou, é um fator que alimenta o ciclo da violência, e a celeridade e rigor na aplicação da lei são essenciais para dissuadir potenciais agressores e dar um senso de justiça às vítimas e suas famílias.

Canais de Denúncia: Um Caminho para a Proteção

Diante da persistência da violência doméstica e do feminicídio, a denúncia continua sendo uma ferramenta vital. É imperativo que a população esteja ciente dos canais disponíveis e da importância de agir ao presenciar ou ter conhecimento de qualquer forma de abuso. Em situações de violência em andamento, o número 190 da Brigada Militar deve ser acionado imediatamente. Para casos onde a violência já ocorreu ou para solicitar medidas protetivas, a Delegacia da Mulher ou qualquer delegacia de polícia são os locais indicados, com a opção de registro online pela Delegacia Online.

Além disso, a Central de Atendimento à Mulher, pelo telefone 180, oferece suporte 24 horas por dia, enquanto a Defensoria Pública, pelo 0800-644-5556, proporciona orientação jurídica e acesso a advogados. A conscientização e a coragem de denunciar podem, em muitos casos, salvar vidas e interromper o ciclo de violência que ainda assombra lares e comunidades por todo o país.

O NOME_DO_SITE acompanha de perto os desdobramentos deste e de outros casos de violência de gênero, comprometido em trazer informação relevante e contextualizada sobre temas que impactam diretamente a sociedade. Continuaremos a investigar e aprofundar o debate sobre a segurança das mulheres, as falhas no sistema de proteção e os caminhos para uma cultura de respeito e igualdade. Acompanhe nosso portal para ter acesso a reportagens completas, análises e as últimas notícias sobre este e outros assuntos de interesse público.

Fonte: https://g1.globo.com

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Jovem ameaçada de estupro por calouro em Santos busca medida protetiva e expõe dilemas da violência digital https://montesantoempauta.com/jovem-ameacada-estupro-calouro-santos/ https://montesantoempauta.com/jovem-ameacada-estupro-calouro-santos/#respond Tue, 03 Mar 2026 17:46:21 +0000 https://montesantoempauta.com/jovem-ameacada-estupro-calouro-santos/ O caso de uma jovem universitária que solicitou medida protetiva de urgência contra um calouro em Santos, no litoral de São Paulo, lança luz sobre a gravidade das ameaças online … Read More

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O caso de uma jovem universitária que solicitou medida protetiva de urgência contra um calouro em Santos, no litoral de São Paulo, lança luz sobre a gravidade das ameaças online e a urgência de respostas institucionais e legais. A estudante, cuja identidade é preservada, procurou a Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) após ser alvo de ameaças explícitas de estupro e agressão por parte de Yuri Cassano, de 20 anos, seu colega de faculdade. O incidente, que começou em um grupo de WhatsApp, escalou rapidamente para a esfera pública e judicial, revelando a perigosa interseção entre o ambiente digital e a violência real.

A situação veio à tona com a divulgação de capturas de tela de um grupo de conversas, onde Yuri Cassano teria afirmado que estupraria uma jovem caso ela se recusasse a manter relações sexuais com ele. A repercussão nas redes sociais foi imediata e intensa, provocando indignação e uma série de denúncias. Diante da gravidade das acusações, a universidade agiu prontamente, afastando o estudante e proibindo sua entrada no campus. Posteriormente, o próprio Yuri solicitou seu desligamento da instituição, enquanto a vítima tomava as providências legais cabíveis para sua segurança.

A Medida Protetiva e a Resposta Legal

A busca por uma medida protetiva de urgência é um passo crucial no combate à violência de gênero e está amparada pela Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006), que visa proteger mulheres de diversas formas de violência, incluindo a ameaça. No contexto digital, onde as interações podem se disseminar rapidamente e gerar um senso de vulnerabilidade constante, a agilidade do sistema de justiça é fundamental. A delegada Deborah Lázaro, titular da DDM, confirmou o registro do caso como ameaça, injúria e violência doméstica, sinalizando a seriedade com que o incidente está sendo tratado pelas autoridades.

A investigação, conduzida pela DDM, não se restringe apenas às ações de Yuri Cassano. A delegada alertou que outros integrantes do grupo de WhatsApp, onde as mensagens foram compartilhadas e que, segundo apurações, também continha conteúdo incitador à violência, podem ser responsabilizados criminalmente. Essa ramificação sublinha a responsabilidade coletiva em ambientes virtuais e a fronteira tênue entre a 'conversa privada' e a incitação ao crime, que pode gerar desdobramentos penais significativos para todos os envolvidos que endossaram ou não coibiram tais condutas.

A Confissão, a Defesa e a Controvérsia das Ameaças Cruzadas

Após a viralização do caso, Yuri Cassano confessou o envio das mensagens, classificando-as como uma 'brincadeira de péssimo gosto, horrível e totalmente sem critérios'. Em nota divulgada por seu advogado, Fábio Bosquetti da Silva Costa, o estudante afirmou ter plena consciência de que o ambiente privado de um grupo não justifica o conteúdo do que foi dito, reconhecendo o peso e o impacto de suas palavras. Em um vídeo que circulou nas redes sociais, ele pediu desculpas publicamente, assegurando que não é uma pessoa agressiva e que sempre foi gentil com a vítima.

No entanto, a defesa de Yuri também levantou uma questão complexa: após a exposição do caso, o estudante e sua família teriam recebido ameaças de morte, extorsão e tortura. Embora o advogado tenha pontuado que a situação não justifica as ameaças sofridas, ele ressaltou a intenção de buscar as autoridades policiais caso a perseguição persista. Este aspecto adiciona uma camada de complexidade ao caso, inserindo-o no debate sobre a justiça popular e as consequências da exposição digital massiva.

O Contexto da Violência Digital e Misoginia

O incidente vai além de uma 'brincadeira de mau gosto', como alegado pelo acusado. Ele espelha um cenário preocupante de misoginia e violência de gênero que se manifesta com frequência no ambiente digital. A normalização de discursos que objetificam e ameaçam mulheres em grupos fechados é um sintoma da persistência de uma cultura que desvaloriza a integridade feminina. A descoberta de que o grupo de WhatsApp também compartilhava imagens incitando violência, inclusive contra animais e pessoas em situação de rua, agrava a situação, sugerindo um padrão de comportamento desrespeitoso e cruel por parte dos participantes.

A rápida mobilização da DDM e da universidade de Santos é um exemplo da importância de uma resposta institucional firme. Casos como este reforçam a necessidade de as instituições de ensino estarem atentas e terem protocolos claros para lidar com a violência de gênero, seja ela presencial ou virtual. Além disso, a repercussão pública do episódio serve como um alerta para a sociedade sobre a seriedade das ameaças online e a urgência de desconstruir o pensamento machista que as alimenta.

A busca da jovem por justiça em Santos, por meio da medida protetiva, é um ato de coragem que ressoa em um país onde a violência contra a mulher, infelizmente, ainda é uma realidade alarmante. O caso de Yuri Cassano não é um evento isolado, mas um reflexo de desafios sociais mais amplos, que exigem vigilância constante, educação e uma aplicação rigorosa das leis. Acompanhar os desdobramentos desta investigação é fundamental para garantir que a justiça seja feita e para fortalecer o compromisso coletivo com a segurança e o respeito às mulheres.

Para se manter informado sobre este e outros temas relevantes que impactam o cotidiano da sociedade, continue acompanhando o NOME_DO_SITE. Nosso compromisso é trazer informação aprofundada, contextualizada e de qualidade, abordando a diversidade de assuntos que moldam o nosso dia a dia, com a credibilidade que você merece.

Fonte: https://g1.globo.com

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