Arquivo de Violência - Monte Santo em Pautac https://montesantoempauta.com/tag/violencia/ Seu Portal de Notícias Tue, 10 Mar 2026 11:22:45 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.3 https://montesantoempauta.com/wp-content/uploads/2026/02/cropped-Monte-Santo-em-PAuta-1-32x32.png Arquivo de Violência - Monte Santo em Pautac https://montesantoempauta.com/tag/violencia/ 32 32 Homem de 36 anos é encontrado morto com mais de dez marcas de tiros em Pinheiral https://montesantoempauta.com/assassinato-pinheiral-tiros/ https://montesantoempauta.com/assassinato-pinheiral-tiros/#respond Tue, 10 Mar 2026 11:22:44 +0000 https://montesantoempauta.com/assassinato-pinheiral-tiros/ A tranquilidade da noite de segunda-feira (9) em Pinheiral, cidade localizada no Sul Fluminense do Rio de Janeiro, foi abruptamente interrompida por um crime brutal que chocou a comunidade. Um … Read More

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A tranquilidade da noite de segunda-feira (9) em Pinheiral, cidade localizada no Sul Fluminense do Rio de Janeiro, foi abruptamente interrompida por um crime brutal que chocou a comunidade. Um homem de 36 anos foi encontrado sem vida no bairro Morro do Cruzeiro II, vítima de uma violência extrema, apresentando mais de uma dezena de marcas de tiros. O episódio, registrado por volta das 23h30, mobilizou as forças de segurança e acendeu um alerta sobre a segurança pública na região.

De acordo com as primeiras informações divulgadas pela Polícia Militar, os agentes que chegaram ao local constataram que a vítima já estava em óbito. A cena do crime, um indicativo da ferocidade do ataque, foi isolada para que as equipes de perícia pudessem iniciar o levantamento de dados cruciais para a investigação. Foram encontradas, pelo menos, 11 marcas de disparos, reforçando a gravidade do assassinato. Após os procedimentos iniciais, o corpo foi removido e encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Volta Redonda, onde passará por exames detalhados.

A Profundidade da Violência e a Repercussão Local

A quantidade de disparos na vítima sugere um modus operandi frequentemente associado a execuções, o que levanta sérias questões sobre a motivação e a possível autoria do crime. Em contextos como o do Rio de Janeiro, a violência armada, muitas vezes ligada a disputas territoriais do tráfico de drogas ou a acertos de contas, tem se espalhado para cidades de menor porte que antes gozavam de maior sensação de segurança. Pinheiral, embora menor que centros como Volta Redonda ou Barra Mansa, não está imune a essa dinâmica.

Para os moradores do Morro do Cruzeiro II e adjacências, o incidente gera um clima de apreensão e insegurança. Casos de violência com tal brutalidade impactam diretamente o cotidiano, minando a confiança na segurança pública e provocando discussões sobre a eficácia das estratégias de policiamento. A repercussão nas redes sociais locais já demonstra a preocupação da população, com pedidos de justiça e apelos por maior presença policial e investigações céleres.

O Desafio da Investigação e a Busca por Respostas

O caso foi prontamente registrado na delegacia de Pinheiral (101ª DP), que agora tem a responsabilidade de conduzir a investigação. Em crimes complexos como este, a fase inicial é determinante. A perícia técnica no local busca por evidências como projéteis, cápsulas, digitais e outros vestígios que possam identificar a arma utilizada e, consequentemente, auxiliar na identificação dos criminosos. Além disso, a coleta de depoimentos de possíveis testemunhas, a análise de imagens de câmeras de segurança na região e o levantamento da vida pregressa da vítima são etapas cruciais.

Até o momento da publicação desta reportagem, as motivações do assassinato permanecem desconhecidas e nenhum suspeito havia sido preso. A ausência de informações imediatas sobre o pano de fundo do crime adiciona uma camada de mistério e desafio para a equipe de investigação. É comum que crimes desse perfil levem tempo para serem elucidados, exigindo um trabalho minucioso e articulado entre a Polícia Civil e outros órgãos de inteligência.

Contexto da Violência no Sul Fluminense

A região Sul Fluminense do Rio de Janeiro, embora não seja o epicentro da violência que atinge a capital e a Baixada Fluminense, tem observado um aumento preocupante em indicadores criminais nos últimos anos. Cidades como Pinheiral, que antes eram consideradas refúgios mais pacíficos, começam a enfrentar desafios semelhantes aos grandes centros. O avanço de grupos criminosos, a disputa por rotas de tráfico e a facilidade de acesso a armamentos pesados contribuem para um cenário de maior instabilidade. Ações coordenadas entre as polícias Civil e Militar, em conjunto com o Ministério Público, são fundamentais para conter essa escalada e garantir a segurança dos cidadãos.

O assassinato em Pinheiral não é um fato isolado, mas um sintoma de uma questão maior que aflige o estado. A necessidade de políticas públicas eficazes, que incluam não apenas a repressão qualificada ao crime, mas também investimentos sociais e oportunidades para a juventude, é um debate urgente. A comunidade, por sua vez, aguarda ansiosamente por respostas e pela responsabilização dos envolvidos, na esperança de que a justiça seja feita e a sensação de segurança possa ser restaurada.

Manter-se informado sobre os desdobramentos deste e de outros casos que impactam a sociedade é essencial. No NOME_DO_SITE, nosso compromisso é trazer a você informação relevante, atual e contextualizada, abrangendo diversos temas que afetam seu dia a dia. Continue acompanhando nossas reportagens para estar sempre a par dos fatos e análises que importam para o Rio de Janeiro e para o Brasil.

Fonte: https://g1.globo.com

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Briga e delírio no Mineirão: o estádio como arena de violências e frustrações https://montesantoempauta.com/violencia-futebol-mineirao/ https://montesantoempauta.com/violencia-futebol-mineirao/#respond Mon, 09 Mar 2026 22:22:13 +0000 https://montesantoempauta.com/violencia-futebol-mineirao/ A brutal confusão entre jogadores de Cruzeiro e Atlético-MG, no último clássico mineiro disputado no Mineirão, extrapolou as quatro linhas do campo. Enquanto as câmeras se focavam em identificar os … Read More

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A brutal confusão entre jogadores de Cruzeiro e Atlético-MG, no último clássico mineiro disputado no Mineirão, extrapolou as quatro linhas do campo. Enquanto as câmeras se focavam em identificar os agressores e as circunstâncias das agressões, o olhar mais atento para as arquibancadas revelou um cenário igualmente perturbador: uma plateia que, em parte, vivenciou a selvageria não com repulsa, mas com um delírio que remete à barbárie das antigas arenas romanas, sedenta por um espetáculo de conflito e extravasamento de violências.

Para além do campo: a plateia como espelho de uma cultura tóxica

As imagens que circularam amplamente nas redes sociais e na imprensa não mostraram apenas a briga em si, mas também a resposta do público. A cada soco ou pontapé desferido por um jogador 'do seu time', ecoavam celebrações e gritos de incentivo. Poucas foram as expressões de constrangimento ou reprovação; em vez disso, sorrisos, celulares filmando para guardar a 'recordação' e rostos que espelhavam ódio e raiva. Gritos como 'vai morrer' e provocações explícitas ao adversário transformaram o espetáculo esportivo em um ambiente de hostilidade e beligerância, revelando uma face obscura da paixão pelo futebol.

Essa reação não é um fenômeno isolado, tampouco restrito ao clássico mineiro. Faz tempo que os estádios brasileiros, especialmente em jogos de alta rivalidade, deixaram de ser apenas palcos de alegria ou tristeza genuínas ligadas ao resultado em campo. Eles se converteram em depositários de frustrações sociais e violências represadas, um local onde parte da sociedade parece se sentir à vontade para dar vazão a patologias que se manifestam de forma cada vez mais latente no cotidiano. O futebol, ao longo de muitas gerações, construiu a percepção de ser o local adequado para essa descarga emocional e agressiva.

Raízes da intolerância: uma cultura semeada por gerações

A semente dessa cultura foi lançada e cultivada ao longo de décadas. O que antes era uma rivalidade saudável, com o foco na disputa esportiva e na celebração do talento, transformou-se gradualmente em um embate de identidades, onde a vitória sobre o adversário muitas vezes se manifesta na humilhação e na agressão, seja verbal ou física. A cada gol, em vez de se voltar para o campo e comemorar o lance, muitos torcedores viram-se para a torcida rival, bradando ofensas e palavrões, num claro gesto de provocação e desumanização do outro.

A metáfora da 'arena romana' não é aleatória. Ela evoca a imagem de um público que espera por um espetáculo dantesco, um confronto que vá além da disputa da bola. Há uma parcela que, consciente ou inconscientemente, busca no jogo a catarse de uma violência que não encontra outro canal de vazão. Nesse contexto, a briga entre os jogadores, em vez de ser vista como um desvio inaceitável, é acolhida por muitos como o ápice da 'emoção', uma extensão natural da rivalidade que eles próprios alimentam nas arquibancadas, perpetuando um ciclo vicioso de hostilidade.

O papel dos jogadores e a resistência à mudança

Diante de tal cenário, a responsabilidade dos jogadores, que são figuras públicas e exemplos para milhões de crianças e jovens, torna-se ainda mais evidente. O atacante Hulk, do Atlético-MG, por exemplo, reconheceu os excessos e pediu desculpas publicamente após o jogo, lembrando das crianças que assistiram à cena. Contudo, sua participação ativa no conflito e a tentativa inicial de transferir a culpa para a arbitragem demonstram a dificuldade em dissociar a emoção do momento da consciência de seu papel social. Os atletas precisam compreender que são mais do que meros competidores; são protagonistas em um palco cercado por profundas distorções na interpretação de seu público.

Apesar das inúmeras campanhas de conscientização e das iniciativas para promover a paz nos estádios, a resistência à transformação cultural é palpável. Parte dessa resistência vem da própria arquibancada, onde uma parcela do público não apenas tolera, mas ativamente deseja a manutenção desse ambiente hostil e beligerante. Para esses torcedores, o estádio cumpre um papel quase terapêutico de depositário de frustrações e violências retidas, tornando-se um local de 'válvula de escape' que se recusa a ser desativada, dificultando a mudança necessária para um futebol mais pacífico e inclusivo.

A urgência de um debate profundo no futebol brasileiro

O episódio no Mineirão serve como um grave lembrete de que a violência no futebol brasileiro não se limita a brigas de torcidas organizadas ou a incidentes isolados. Ela está enraizada na cultura do esporte, manifestando-se tanto dentro quanto fora de campo, e contamina a experiência de milhões de pessoas. A banalização da agressão, o culto à intolerância e a desumanização do adversário são sintomas de um problema social mais amplo que se reflete na paixão nacional. Ignorar essa dinâmica é perpetuar um ciclo que afasta famílias, mancha a imagem do esporte e compromete seu futuro.

É imperativo que clubes, federações, atletas e a própria mídia aprofundem o debate sobre o papel social do futebol e a necessidade urgente de uma transformação cultural. O esporte tem o poder de unir e inspirar, e é preciso resgatar essa essência. Para análises mais aprofundadas sobre este e outros temas que impactam a sociedade, com informação relevante, atual e contextualizada, o NOME_DO_SITE continua acompanhando de perto os desdobramentos e as discussões, oferecendo aos seus leitores uma visão completa e aprofundada dos fatos.

Fonte: https://ge.globo.com

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Quatro presos no interior de SP são suspeitos de chefiar esquema de agiotagem com tortura e extorsão https://montesantoempauta.com/agiotagem-tortura-ariranha-sp/ https://montesantoempauta.com/agiotagem-tortura-ariranha-sp/#respond Mon, 09 Mar 2026 22:02:09 +0000 https://montesantoempauta.com/agiotagem-tortura-ariranha-sp/ Uma operação policial em Ariranha, no interior de São Paulo, resultou na prisão de quatro indivíduos suspeitos de envolvimento em um sofisticado e brutal esquema de agiotagem, onde empréstimos com … Read More

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Uma operação policial em Ariranha, no interior de São Paulo, resultou na prisão de quatro indivíduos suspeitos de envolvimento em um sofisticado e brutal esquema de agiotagem, onde empréstimos com juros abusivos eram cobrados com ameaças, extorsão, agressões físicas e até tortura. As detenções, que ocorreram entre o último sábado (7) e esta segunda-feira (9), revelam a face mais cruel da criminalidade organizada que explora a vulnerabilidade financeira de suas vítimas, gerando um ciclo de medo e violência.

A Teia Criminosa de Ariranha: Do Desacato à Agiotagem Violenta

A investigação teve seu ponto de partida no último sábado, quando um comerciante, apontado pelas autoridades como um dos principais articuladores do grupo, foi detido em flagrante. O homem desacatou e tentou agredir policiais militares, um ato que, a princípio, parecia isolado. No entanto, a detenção revelou a existência de um mandado de prisão temporária já expedido contra ele, diretamente ligado a uma série de crimes graves, incluindo ameaça, extorsão e atos de violência. Esse incidente abriu uma importante frente de apuração para as autoridades.

Com base nas informações obtidas e nos desdobramentos da prisão do comerciante, a polícia expandiu as buscas. Nesta segunda-feira (9), mais três pessoas foram presas temporariamente, todas com fortes indícios de participação ativa no esquema criminoso. A prisão conjunta desses indivíduos reforça a suspeita de que havia uma estrutura organizada por trás dos empréstimos com juros exorbitantes e das práticas de cobrança que fugiam completamente da legalidade, adentrando o universo da coação e da violência.

O Modus Operandi da Tortura e Extorsão

O delegado Bruno Quiudini, responsável pelas investigações, detalhou ao NOME_DO_SITE a metodologia perversa utilizada pelos suspeitos. O grupo oferecia empréstimos de dinheiro, mirando pessoas em situações de fragilidade financeira. Contudo, os juros aplicados eram tão abusivos que rapidamente inviabilizavam qualquer tentativa de quitação da dívida pelas vítimas. A partir da impossibilidade de pagamento, iniciava-se uma escalada de terror e brutalidade que incluía agressões físicas severas, torturas psicológicas e físicas, além de ameaças de morte e intimidação constante.

Um dos aspectos mais chocantes do esquema, segundo a polícia, era o hábito dos criminosos de gravar os momentos de violência. Essas filmagens não eram apenas um registro das atrocidades; elas eram instrumentalizadas, funcionando como uma potente ferramenta de coação. Ao divulgar essas imagens, os suspeitos visavam não só manter a vítima sob seu domínio psicológico, mas também intimidar outras pessoas e dissuadir qualquer tentativa de denúncia, perpetuando o ciclo de medo e silêncio. A divulgação servia como um 'recado' macabro, tanto para a vítima específica quanto para o círculo de devedores.

Vidas Atingidas e Danos Irreparáveis

A investigação já conseguiu identificar ao menos quatro vítimas, mas há o receio de que o número real seja consideravelmente maior. Os relatos colhidos pela polícia são estarrecedores e ilustram o nível de sofrimento imposto pelos agiotas. Em um dos casos, um devedor foi obrigado a abandonar sua cidade e se mudar para outro município, fugindo da perseguição e das incessantes ameaças. Em outra situação, a casa de uma vítima foi invadida e seus bens foram subtraídos de forma violenta pelos criminosos, sob o pretexto de 'quitação' dos valores devidos, configurando um claro crime de extorsão qualificada.

Agiotagem no Brasil: Um Problema Social Complexo

O caso de Ariranha lança luz sobre um problema social e econômico de longa data no Brasil: a agiotagem. A prática prospera em ambientes onde o acesso ao crédito formal é difícil, burocrático ou inacessível para parte da população, especialmente em regiões do interior ou para pessoas com histórico de restrição financeira. A promessa de 'dinheiro fácil' ou 'ajuda' rápida se revela uma armadilha, transformando a necessidade inicial em uma dívida impagável e, muitas vezes, em uma condenação à violência.

Além das implicações financeiras, a agiotagem, quando associada a crimes hediondos como tortura, extorsão e sequestro, transcende a esfera econômica e se torna uma grave violação dos direitos humanos. As vítimas, já em situação de vulnerabilidade, são despojadas de sua dignidade, segurança e liberdade. O medo é uma barreira potente para a denúncia, e a impunidade fortalece essas redes criminosas. A sociedade e as autoridades precisam estar atentas aos sinais desse tipo de crime, que muitas vezes age nas sombras, explorando a desesperança alheia.

Próximos Passos da Investigação e Ações da Justiça

Até a última atualização desta reportagem, os presos ainda não haviam prestado depoimento formal. A polícia segue firme na coleta de provas e na busca por novos indícios que possam fortalecer o inquérito. O delegado Quiudini não descarta a possibilidade de haver outros envolvidos nos crimes, nem de que mais vítimas apareçam à medida que o caso ganha repercussão e encoraja outras pessoas a quebrarem o silêncio e denunciar as agressões sofridas. As prisões temporárias são um passo crucial, permitindo à polícia um tempo hábil para aprofundar as apurações antes de eventuais indiciamentos e o avanço para a esfera judicial.

A elucidação completa deste complexo caso em Ariranha é essencial não apenas para garantir justiça às vítimas, mas também para enviar um forte recado contra a impunidade de crimes que corroem o tecido social, especialmente quando se valem da violência extrema. A comunidade local e regional acompanha de perto os desdobramentos, na esperança de que a ação policial desarticule completamente essa rede de exploração e traga mais segurança para a população.

Para se manter informado sobre este e outros casos de grande relevância no interior paulista, em São Paulo e em todo o Brasil, continue acompanhando o NOME_DO_SITE. Nosso compromisso é com a informação de qualidade, a contextualização aprofundada e a apuração rigorosa dos fatos que impactam nossa sociedade. Acesse NOME_DO_SITE para ler as últimas notícias e análises sobre os temas mais importantes do momento.

Fonte: https://g1.globo.com

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Caso Moisés Alencastro: Justiça do Acre marca audiência de instrução e julgamento para abril https://montesantoempauta.com/caso-moises-alencastro-audiencia-julgamento/ https://montesantoempauta.com/caso-moises-alencastro-audiencia-julgamento/#respond Sat, 07 Mar 2026 20:51:32 +0000 https://montesantoempauta.com/caso-moises-alencastro-audiencia-julgamento/ Quase quatro meses após o trágico assassinato do ativista cultural, colunista social, advogado e servidor público Moisés Ferreira de Alencastro, de 59 anos, a Justiça do Acre marcou para o … Read More

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Quase quatro meses após o trágico assassinato do ativista cultural, colunista social, advogado e servidor público Moisés Ferreira de Alencastro, de 59 anos, a Justiça do Acre marcou para o dia 13 de abril a audiência de instrução e julgamento dos dois homens acusados pelo crime. Antônio de Sousa Morais, de 22 anos, e Nataniel Oliveira de Lima, de 23, tornaram-se réus no processo após a denúncia do Ministério Público do Acre (MP-AC) ser acatada, em um caso que chocou a sociedade acreana e trouxe à tona discussões cruciais sobre violência e crimes de ódio no estado.

A confirmação da primeira reunião judicial com os acusados, que serão ouvidos juntamente com testemunhas — cujo número não foi detalhado —, partiu do Tribunal de Justiça do Acre (TJ-AC). A decisão de recebimento da denúncia, que converteu os suspeitos em réus, foi proferida pelo juiz Alesson Braz, da 2ª Vara do Tribunal do Júri e Auditoria Militar da Comarca de Rio Branco, alinhando-se com as conclusões do inquérito conduzido pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

O Legado de Moisés Alencastro

Moisés Alencastro não era apenas um nome conhecido em Rio Branco; ele era uma figura multifacetada e influente. Com uma carreira consolidada como servidor do Ministério Público do Acre desde 2006, ele também se destacava como colunista social, trazendo um olhar atento sobre a vida cultural e social da capital. Sua atuação como ativista cultural era igualmente marcante, contribuindo para a efervescência artística e para a valorização da identidade local. Sua morte, ocorrida em 22 de dezembro do ano passado, deixou uma lacuna não apenas para sua família e amigos, mas para toda uma comunidade que o via como um pilar de dinamismo e engajamento.

O corpo de Alencastro foi encontrado em seu apartamento, enquanto seu carro foi localizado abandonado na Estrada do Quixadá, zona rural de Rio Branco. A brutalidade do crime – o laudo cadavérico apontou cerca de quatro golpes de faca – e a relevância da vítima rapidamente mobilizaram as autoridades e a opinião pública, exigindo respostas e justiça.

A Rápida Resposta da Investigação e as Acusações

A Polícia Civil do Acre agiu com celeridade. Em 25 de dezembro, apenas três dias após o corpo de Moisés ser encontrado, Antônio de Sousa Morais foi preso em Rio Branco. Horas depois, Nataniel Oliveira de Lima, apontado como o segundo envolvido, também foi detido. Ambos confessaram o crime, segundo as autoridades, e tiveram suas prisões mantidas pela Justiça em audiência de custódia, sendo encaminhados ao Complexo Prisional de Rio Branco.

A investigação, concluída pela Polícia Civil e encaminhada ao Ministério Público em 30 de dezembro, inicialmente considerou a hipótese de latrocínio. No entanto, a ausência de sinais de arrombamento no imóvel e a subsequente coleta de evidências, como documentos, controles do veículo e do apartamento, além de roupas com vestígios de sangue encontradas em endereços ligados aos suspeitos, mudaram a perspectiva do caso. A denúncia formal do promotor de Justiça Efrain Mendoza enquadrou os réus por homicídio qualificado, com as agravantes de motivo torpe, meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima, além de furto qualificado do veículo e do aparelho celular de Moisés.

O Debate Sobre Homofobia Como Motivação

Um dos pontos mais sensíveis e amplamente debatidos no caso Alencastro é a possível motivação homofóbica do crime. Embora a legislação brasileira, diferentemente do feminicídio, não preveja expressamente a homofobia como qualificadora para o homicídio, o Ministério Público do Acre não descartou essa linha de investigação. O promotor Efrain Mendoza esclareceu que, juridicamente, tal motivação pode ser enquadrada na qualificadora de 'motivo torpe', que abrange crimes cometidos por razões abjetas, egoístas ou discriminatórias.

A promotora de Justiça Patrícia Rêgo reforçou essa visão em entrevista, destacando a importância de 'nomear corretamente o que ocorreu'. Ela categoricamente afirmou que 'não foi latrocínio', mas sim 'um crime de ódio, com requinte de crueldade'. Essa distinção é vital para a compreensão da natureza do delito e para o reconhecimento da vulnerabilidade de grupos minoritários, como a comunidade LGBTQIA+, que frequentemente são alvos de violência motivada por preconceito. A discussão sobre a homofobia como agravante ressoa em um contexto nacional onde a violência contra pessoas LGBTQIA+ ainda é alarmante, e a criminalização da homotransfobia pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em 2019 reflete a urgência de combater esse tipo de crime.

Repercussão e Expectativas para o Julgamento

A morte de Moisés Alencastro gerou uma onda de consternação e solidariedade. A ex-senadora e atual ministra Marina Silva, acreana, expressou o 'choque enorme' com a notícia, refletindo o sentimento de luto e indignação que tomou conta da população. O caso não é apenas um processo judicial, mas um espelho das tensões sociais e dos desafios na luta por direitos humanos e respeito às diversidades no Brasil.

Com a audiência de instrução e julgamento marcada, a expectativa é que novas informações venham à tona e que o processo avance em direção à sentença. A sociedade acreana, e o país, acompanharão de perto cada desdobramento, na esperança de que a justiça seja feita e que a memória de Moisés Alencastro seja honrada com a condenação dos responsáveis, reforçando a mensagem de que crimes de ódio e violência não ficarão impunes.

Para se manter atualizado sobre este e outros temas relevantes que impactam a sociedade, continue acompanhando o NOME_DO_SITE. Nosso compromisso é com a informação de qualidade, que contextualiza os fatos e oferece uma leitura jornalística aprofundada sobre os acontecimentos mais importantes do Acre, do Brasil e do mundo.

Fonte: https://g1.globo.com

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